quarta-feira, novembro 07, 2007
domingo, outubro 07, 2007
'A sombra do Vento'
Tenho saudades...saudades de tanta coisa que nunca se passou mas que vive na minha mente ! Bastou um livro…um livro para soprar vida em mim…não a minha, mas de muitos que a nunca viveram…histórias de pessoas cheias de sonhos, cheias de cor, cheias de tudo o que compõem a pintura da vida…encontros, desencontros que vão construindo a trama de uma forma tão magica que parece que ela mesma se constrói a si mesma…peças de um puzzle que se completa com alegria, sofrimento e dor…há muito que um livro não me deixava assim, com um vazio tremendo na alma como se a minha vida tivesse acabado na última página…quero mais…quero que o sonho prossiga e acompanhe o passar do tempo…quero apreender eternamente com a sabedoria que a história encerra…quero mais…muito mais...
Por
su.....
às
9:11 p.m.
segunda-feira, setembro 03, 2007
Sofia e o Espelho Mágico
A rainha, à semelhança do que a sua mãe havia feito consigo, ofereceu à pequena princesa um espelho mágico, que fazia há muitas gerações parte do legado da familia. Este espelho era realmente mágico, pois quando a princesa se olhasse no espelho, veria refletido nele, não a sua imagem, mas uma imagem bonita ou feia de sí mesma, consoante estivesse a satisfazer, ou não, as expectativas da mãe, que, segundo ela, eram semelhantes às dos seus subditos.
No inicio, Sofia não se olhava muito no espelho, porque, como era evidente, cada vez que fazia uma asneira, a imagem refletida era a de uma Sofia feia. No entanto, a menina queria tanto sentir-se amada e segura, que, em face às contantes pressões da mãe para que usasse o espelho, cedeu e começou a guiar o seu comportamento pelo que via refletido neste. O que a rainha não sabia era que uma bruxa má havia posto um feitiço no espelho para que este fosse cada vez mais exigente, para que precisasse de comportamentos exemplares para mostrar uma imagem bonita da pessoa que nele se olhasse. E Sofia, sem saber desse estranho feitiço, recorria cada vez mais ao espelho numa tentativa de se sentir amada, compreendida e respeitada. A determinada altura, já não havia, para Sofia, opinião mais real e valiosa que a do espelho, toda a sua auto-estima se baseava na imagem refletida neste. E assim, incapaz de satisfazer a todo o momento as cada vez maiores exigências do espelho, Sofia começou a desesperar, a ficar tão triste, tão triste, que a alegria não passava já senão de uma memória.
No meio dos seus subditos, começou a circular um rumor de que a princesa estava cada vez mais fraca, que caminhava para a morte. Pedro, um rapaz novo e de bom coração, ouviu o rumor, e tendo uma vez visto de relance a beleza da princesa, acreditou que conhecia a solução para os seus problemas. E assim, pediu aos reis uma audiência.
A rainha, afogada em desespero por não conseguir afastar a tristeza da sua filha, concedeu a Pedro a oportunidade para falar com Sofia.
No dia seguinte, Pedro apresentou-se perante Sofia. Esta não olhava senão para o espelho, era como se estivesse hipnotizada pelo reflexo que via nele. Pedro, num gesto meigo, afastou o espelho do campo de visão de Sofia, e os seus olhos encontraram-se. Nos olhos de Pedro, Sofia viu a sua imagem refletida, tal como era, com defeitos e com qualidades, e assim, a ligação cruel que tinha ao espelho quebrou-se. Estava finalmente livre das correias que a haviam atormentado durante tanto tempo. O espelho, irado por ter perdido o poder que detinha sobre a princesa desfez-se em mil pedaços, que como o pó, foram levados por uma subita rajada de vento.
A rainha, ao entender o mal que tinha causado a sua filha, correu e debruçou-se sobre ela, pedindo-lhe desculpa, disse-lhe que o mais importante para ela era a felicidade da filha, e não se importava mais com o que os outros pudessem pensar. Sofia, uma vez livre do espelho, recomeçou a viver a vida que tinha ficado suspensa à tantos anos atrás e, com Pedro, tornou-se mais tarde numa rainha muito feliz.
S
Por
su.....
às
11:38 p.m.
sábado, agosto 25, 2007
Acordar...
Acordei ao som do trovão...forte, impediedoso e altivo...não se importa se interrompe o sono dos justos...não olha a nada...simplesmente existe com a vulgar intolerância da natureza...o sono que tinha ainda me entorpeceu durante alguns segundos...como se estivesse ainda ligada por uma corda invisivel ao mundo dos sonhos...no entanto, a repetição de sons, de relampagos não me deixou mais estar na cama...afinal de contas, Deus estava a proporcionar-me mais um espectaculo...seja de ira, como os antigos acreditavam, ou de outro qualquer sentimento...tanto me faz...gosto sim de ver a natureza a dominar o homem...a expressar o seu poder sobre nós...passamos tanto tempo a interferir nela que acho que está no direito de, de vez em quando nos reduzir aquilo que verdadeiramente somos...espectadores de toda uma peça, que constantemente mudam o curso da história...no entanto, espectadores...
A chuva cai diluviosamente...como se pretendesse limpar, lavar tudo o que está a mais...tudo o que não faz parte...pergunto-me se teria o mesmo efeito em mim...será que se for lá fora me limpa igualmente? me dá uma nova alma? livre e limitada ao essencial?
Com um entusiasmo infantil, procurei a chave da porta da rua....encontrei e quando abri a porta e e olhei para o céu, surgiu na minha mente o pensamento 'O mundo está como eu! Em revolta!'...mas tu...estás em revolta?
Lá fora, o temporal perde força, acalma, descansa... pudesse o meu coração e alma descansar também...para sempre!
Por
su.....
às
7:44 a.m.
terça-feira, agosto 14, 2007
Sh....
Nas memórias do que ainda não foi,
revejo-me num sitio calmo,
uma praia vasta e deserta,
os cabelos a dançar ao som do vento
e o coração a sangrar de tanta dor...
Tento evitar regressar a essa imagem,
luto com a escassa força que me resta,
a minha alma conhece profundamente
o preço alto de rever o futuro,
tão certo como a morte depois da vida...
Não guardo em mim grama de esperança,
tudo o que fui se aniquila aos poucos,
sou um perfume que perdeu a essência,
que perdeu a graça,
que se perdeu para sempre...
Por
su.....
às
10:39 a.m.
sexta-feira, agosto 10, 2007
Noite Sombria
Por
su.....
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12:49 a.m.
segunda-feira, julho 16, 2007
Raios...
Será hoje? Será? Poderei eu deixar de ser sinónimo de sofrimento para os que me rodeiam? Poderei eu deixar de ver no espelho dor, feridas, cicatrizes... Como eu ambiciono esse momento... Sou um peso morto...algo que puxa todos para baixo, que se afoga mas não sozinho... Não quero ser isso... Não quero! Estou cansada... muito cansada... Porque será que deus não responde ao meu pedido? Não quero nada de espalhafatoso...só peço que possa dormir... dormir e não magoar... não percepcionar mais suspiros, olhares, palavras de sofrimento nos que me rodeiam... não magoar... não viver... Como seria bom...como seria bom!
Por
su.....
às
6:54 p.m.
segunda-feira, julho 09, 2007
Ai!
Su...
Nome insignificante...
Símbolo de sofrimento
Tenho...
Corpo de papel,
Coração de suspiro,
Mente de confusão...
Sou simplesmente tristeza em formato de pessoa!
Por
su.....
às
12:51 p.m.
Countdown
Qual de mim vou escolher?
Escolho a que estupidamente sorri como se nada se passasse?
Escolho a que me critica pela mais ínfima e insignificante coisa?
Escolho a que é como uma criança e cujo interior é forrado de sonhos?
Escolho a que espera pacientemente?
Escolho a que se revolta com o mundo, cheia de magoa e amargura?
Escolho a que sangra silenciosamente por dentro?
Ou a que prefere acabar com tudo?
Qual escolho? Qual?
Por
su.....
às
12:41 p.m.
Lyric
Heaven bend to take my hand
And lead me through the fire
Be the long awaited answer
To a long and painful fight
Truth be told I've tried my best
But somewhere along the way
I got caught up in all there was to offer
And the cost was so much more than I could bear
Though I've tried, I've fallen...
I have sunk so low
I messed up
Better I should know
So don't come round here
And tell me I told you so...
We all begin with good intent
Love was raw and young
We believed that we could change ourselves
THe past could be undone
But we carry on our backs the burden
Time always reveals
In the lonely light of morning
In the wound that would not heal
It's the bitter taste of losing everything
That I've held so dear.
I've fallen...
I have sunk so low
I messed up
Better I should know
So don't come round here
And tell me I told you so...
Heaven bend to take my hand
Nowhere left to turn
I'm lost to those I thought were friends
To everyone I know
Oh they turn their heads embarassed
Pretend that they don't see
But it's one missed step
One slip before you know it
And there doesn't seem a way to be redeemed
Though I've tried, I've fallen...
I have sunk so low
I messed up
Better I should know
So don't come round here
And tell me I told you so...
By Sarah McLACHLAN
Por
su.....
às
9:35 a.m.
sábado, junho 23, 2007
Tarde...
Sento-me e ao meu lado, uma pessoa, uma mulher, pergunta-me se a mesa adjacente está ocupada. Respondo que não, ela afasta a mesa para o outro lado, pousa um conjunto de revistas acabadas de comprar e senta-se....Tranquilamente, a mulher pega em cada uma e retira a etiqueta do preço... presumo que seja algum hábito antigo pela rapidez e destreza com que o faz... depois, escolhe uma e arruma as restantes num dos cantos da mesa, com o cuidado que de fiquem perfeitamente alinhadas... como se todo o seu mundo ruisse caso uma delas estivesse um centimetro fora do lugar...Uma imagem faz-me regressar a mim... os meus olhos enchem-se de lagrimas silenciosas, reveladoras do sofrimento que contenho... alheia à minha pessoa, a mulher continua com o seu ritual de folhear revistas, possivelmente algo que faz às 20:30 horas de todos sábados, de todos os meses, anos e séculos... Não dedica grande atenção que que lê, mas continua de uma forma obstinada, como se procurasse naquelas páginas o segredo da vida... Pudesse ela partilhar comigo o que tanto busca... Subitamente, guarda as revistas na mala, levanta-se e vai-se embora... Mais tarde, olho para a mesa abandonada numa tentativa de rever os ultimos momentos... tento procurar uma marca, um sinal de que a mulher ali esteve e constato que a mesa está perfeitamente encostada à parede, assim como a cadeira, que descansa alinhada com a mesa, certamente à espera de um outro alguem... tudo ficou alinhado... maior contraste com a minha vida não há... sucumbo...
Por
su.....
às
10:54 p.m.
sexta-feira, junho 08, 2007
Medo...estás ai?
Tenho medo,
Tenho medo,
Simplesmente tenho medo.
O terror cresce sem controlo
pelas paredes do meu ser,
Entranha-se no meu intimo,
E faz parte de mim.
São estas palavras minhas,
ou serão elas do medo?
Perguntas-lhe tu?
Ou pergunto-lhe eu?
Por
su.....
às
4:21 p.m.
quarta-feira, junho 06, 2007

O vento sussurra-me os meus contornos…
Passa energicamente pelos meus cabelos,
Que, totalmente entregues,
Dançam de uma forma incondicional…
Recorda-me cada aresta do meu ser…
As minhas pernas, os meus braços…
Cada centímetro da minha pele
Se rende neste momento de prazer...
Num estado de total dormência
Onde me misturo com o mundo
Descubro a minha real essência,
Mar, vento, terra, sou tudo ...
E nesse instante de ilusão
Abro as minhas asas,
E lanço-me na imensidão
Por
su.....
às
1:39 p.m.
terça-feira, junho 05, 2007
quarta-feira, maio 23, 2007
Estou a perder-me…sinto-me nitidamente a ir abaixo…psicologicamente já quase não existo…só ainda persiste o físico…a dor que sinto é tão forte que é neste momento a única coisa que me demonstra que existo…não tenho nada mais…sou como um castelo de cartas… um colosso de estabilidade à espera de uma pequena corrente de ar que deita tudo abaixo…já perdi a capacidade de reconstrução…não há mesmo nada…é apenas uma questão de tempo...
Por
su.....
às
9:49 a.m.
terça-feira, maio 01, 2007
Tomás , o coração de ouro!
Era uma vez um menino que tinha um coração de papel. Chamava-se Tomás e era um bom rapaz, simpático, atencioso, sempre pronto a ajudar outras pessoas. Toda a gente crescida da aldeia gostava dele, só os meninos não gostavam. Estavam continuamente a meter-se com ele, devido à sua diferença…sim, era uma característica que implicava muitas restrições. Suponho que ter um coração de papel não deve ser fácil, não se pode apanhar chuva, não se podem fazer esforços…enfim, não se pode muita coisa porque é muito frágil. No entanto, mesmo maltratado, o Tomás ansiava por poder brincar com os outros meninos, também ele queria sujar a roupa, correr e perder-se no meio de um prado cheio de espigas de trigo, descobrir o prazer de sentir as gotas de chuva a embater no corpo…e começou a achar que não valia a pena viver…como se a sua felicidade dependesse unicamente de ter um coração igual a tantos outros, que bate e vive. Triste e desanimado, Tomás partiu em busca de alguém que lhe fizesse um transplante ao coração…procurou por todo o mundo, até que encontrou um médico, já com alguma idade, que lhe disse que era muito bom ele ser assim, até tinha vantagens…ter um coração de papel significava que não envelhecia, não se tornava mais lento e pachorrento como os corações das pessoas normais…e como não batia, nunca deixava de bater…E o Tomás pensou, repensou e chegou à conclusão de que ter um coração de papel poderia até ser uma coisa boa…ora se o papel já existe desde o tempo da antiguidade, isso quereria dizer que ele teria uma esperança de vida muito superior à das outras pessoas. Assim, poderia fazer o bem durante muitos e longos anos. Por isso, o Tomás encheu-se de coragem e regressou à sua aldeia…lá os meninos já não eram meninos... Eram agora velhotes, com longos cabelos brancos que testemunhavam a passagem do tempo. Quando o viram, encheram-se de alegria por rever aquele amigo há tanto desaparecido e pediram-lhe desculpa pelas maldades que lhe tinham feito. Explicaram que o tinham maltratado apenas porque não percebiam o que era ter um coração de papel, mas que, com o passar do tempo, tinham percepcionado que o coração de papel dele valia mais que os seus de carne. Tomás, ao perceber o quanto tinha sido amado, ficou sensibililizado. Entendeu nesse momento que a sua longa busca por um sentido na vida, por uma explicação, o tinha privado de tanta coisa na vida que agora queria aproveitar o resto que tinha. E assim, passou muitos e longos anos a cuidar dos seus amigos…idosos por fora…crianças por dentro.
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su.....
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1:50 a.m.
domingo, abril 29, 2007
Gato...
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su.....
às
11:16 p.m.
sexta-feira, março 30, 2007
Detesto-me!!!!
Sintetizando…após grande e profunda análise cheguei à conclusão de que não gosto de mim…ou mais especificamente, me detesto…se me pedissem para definir aquilo que eu mudaria e o que não mudaria no meu ser, a comparação desses dois universos é tão infinitamente ridícula que faria um ser sem boca sorrir…eu mudaria tanta coisa em mim que deixaria de ser mim…o que confesso, seria um grande alivio…para o mim e para a humanidade, com toda a certeza…será que se eu ganhar o euromilhões me deixam mudar de corpo, deixando, de preferência, toda a minha complexidade para outro desgraçado que a ela quisesse aceder? Pobre sina…mas existem loucos para tudo, certo? Alguém que conviva comigo por gosto tem necessariamente que ter uns parafusos a menos e uma vontade intrínseca de sofrer…Talvez ache que só através do sofrimento se atinge a sabedoria e o conhecimento…Não sei…mas eu por mim, na minha humilde opinião, já tive o suficiente desse ingrediente da vida…é obvio que sofrimento é o que mais há por ai…mas existem diferenças consideráveis na forma como se vive …existem dois mundos completamente distintos que orbitam à volta do sofrimento….os que sofrem e aguentam…e os que sofrem e não aguentam…e quis Deus que eu pertencesse ao segundo…ou talvez não, talvez eu tenha desistido e, sem grande coragem, me tenha aproximado como quem não quer nada do segundo grupo…assim de mansinho…e sem fazer frisom…também temos que ser realistas, certo? No meio é que eu não podia ficar…Calhou assim…enfim…coisas da vida…ou não...
Por
su.....
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5:23 p.m.
quinta-feira, março 22, 2007
Talvez ...
Será a minha mente um poço sem fundo…que se perpetua como o tempo que é e sempre será? Quero deitar uma pedra e ouvir o resultado…será o eterno silêncio ou poderá a pedra atingir um fundo? Não sei…Já incidi luz sobre o vazio…mas ela foi absorvida…como se de um buraco negro se tratasse…Não conheço as suas profundezas…não sei o que contém…se guarda água, ar…ou sonhos…talvez um dia eu venha a conhecer a sua essência…talvez...
Por
su.....
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10:50 a.m.
terça-feira, março 20, 2007
Bah!!!!
Estou farta de mim…farta, farta, farta!!! Raio de bicho insatisfeito…no dia em que for possível fazer transplantes de cérebro ficarei feliz…faço um com o meu gato e fica tudo resolvido…fico com as terríveis preocupações dele…se tenho água para beber, comida para comer, e um sitio quentinho para dormir…porque tenho eu que ser assim? Porque me fizeram assim? Não poderia ser uma pessoa simples, com pouca complexidade, que pudesse fazer shut down ao cérebro de vez em quando? Olho lá para fora…vejo um dia bonito, cheio de sol, de ar fresco misturado com uma pitada de verão…e procuro imediatamente algo em mim que insisto em não encontrar…porque? Como se procurasse no meu âmago, restos…resquícios da vida de outra pessoa que sei que fui ou que poderia ser…procuro, procuro mas não encontro…e pareço um cão estupidamente atrás do seu rabo…deixo o ar entrar nos pulmões…mas asfixio a minha mente com sucessivos pensamentos e sensações…que raio…sei que busco algo…mas não sei o que…tento recriar essas sensações de vidas diferentes no meu dia-a-dia…pelo menos sempre que posso…mas não sabem ao mesmo…a imaginação teima em ser mais rica que a realidade…que buscas tu, mulher? Sem que tu mesma o saibas? Encontra lá isso se faz favor que eu quero ser livre...
Por
su.....
às
1:04 p.m.







